sábado, 30 de abril de 2016
1º de maio - A saída é pela Esquerda! Tod@s ao ato às 15h no Parque Madureira
sábado, 22 de agosto de 2015
Repúdio ao PL 2016/2015 do Governo Dilma
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
A luta contra os megaeventos esportivos que atacam a classe trabalhadora e a juventude no Brasil: Não vai ter Copa!
É fato consensual entre a esquerda brasileira que a conjuntura no Brasil é outra após as manifestações de junho. Inicialmente contra o aumento do preço das passagens pelo país, incorporaram outras pautas, como o questionamento ao alto investimento em obras para a Copa do Mundo, ao passo que áreas básicas como saúde e educação não receberam a mesma e necessária destinação de verbas. Nesse período, durante a Copa das Confederações, as manifestações colocaram os governos neoliberais de Dilma e Lula/PT e Cabral e Paes/PMDB em xeque, surgindo e ganhando muita força nas ruas a palavra de ordem “Não Vai Ter Copa”, que foi e tem sido entoada em praticamente todos os atos após junho.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Avaliação do I Congresso da CSP- CONLUTAS
De 27 a 30 de março de 2012, a esquerda organizada e combativa reuniu-se na Estância Árvore da Vida, Sumaré – SP, no I Congresso da CSP-Conlutas, com o objetivo de avaliar os dois últimos anos vividos desde a sua fundação como central sindical e popular, para a partir daí organizar a classe para as lutas do próximo período. Refletir, também, sobre a ação desta mesma esquerda nos anos anteriores a 2010, retirar dessas experiências lições e avançar na luta dos próximos anos com um projeto de ação coerente com as necessidades da classe trabalhadora, movimentos populares e juventude compõem os objetivos do Congresso.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Declaração sobre o Golpe de 1964
Presentes!
Companheiros desaparecidos durante a ditadura militar:
Presentes!
Registramos também que este é o mesmo aparato policial que impune hoje assassina , humilha, prende e reprime violenta e sumariamente e, a cada dia que passa, de forma mais ostensiva e truculenta, a todos que sonham e lutam por um mundo igualitário e portanto comunista.
Precisamos de uma grande e unificada campanha pela abertura dos arquivos da ditadura, com apuração dos crimes de tortura e assassinatos e punição dos responsáveis. O governo Dilma/PT não está disposto a levar essa luta a suas últimas consequências: comprometido com os interesses burgueses, optou mais uma vez por conciliar com os representantes da tortura brasileira e abrir mão da defesa de apuração e julgamento dos crimes por eles cometidos, com a proposta de instalação da ‘Comissão da Verdade’. Insuficiente e conciliatória, a proposta é de que os crimes sejam conhecidos, revelados, mas não julgados. Reafirmando seu autoritarismo e a defesa da tortura, os militares hoje repudiam frontalmente mesmo essa proposta conciliatória, o que só confirma a necessidade de nos organizarmos firmemente para reivindicar o direito à verdade e à justiça, como feito na maioria dos países da América Latina em relação às suas ditaduras militares.
Irmanados na luta contra a barbárie, o Coletivo Marxista canta, unido com todos os revolucionários, A Carta, de Violeta Parra.
ou
La carta
Me mandaron una carta
por el correo temprano.
En esa carta me dicen
que cayó preso mi hermano
y, sin lástima, con grillos,
por la calle lo arrastraron, sí.
La carta dice el motivo
que ha cometido Roberto:
haber apoyado el paro
que ya se había resuelto.
Si acaso esto es un motivo,
presa también voy, sargento, sí.
Yo que me encuentro tan lejos,
esperando una noticia,
me viene a decir la carta
que en mi patria no hay justicia:
los hambrientos piden pan,
plomo les da la milicia, sí.
De esta manera pomposa
quieren conservar su asiento
los de abanico y de frac,
sin tener merecimiento.
Van y vienen de la iglesia
y olvidan los mandamientos, sí.
¿Habrase visto insolencia,
barbarie y alevosía,
de presentar el trabuco
y matar a sangre fría
a quien defensa no tiene
con las dos manos vacías?, sí.
La carta que he recebido
me pide contestación.
Yo pido que se propale
por toda la población
que «El León» es un sanguinario
en toda generación, sí.
Por suerte tengo guitarra
para llorar mi dolor;
también tengo nueve hermanos
fuera del que se engrilló.
Los nueve son comunistas
con el favor de mi Dios, sí.
quinta-feira, 8 de março de 2012
8 de março é dia de luta! Avançar nas conquistas de direitos das mulheres trabalhadoras!
Dados como “a cada dois minutos uma mulher é espancada por seus parceiros no Brasil”, “durante a crise econômica mulheres estão na linha de frente das demissões do ABC paulista”, “mulheres ocupando os mesmos cargos que os homens ganham cerca de 51% a menos” e muitos outros são comumente ouvidos, mas não podem ser naturalizados. Os dados acima são os mais alarmados pela mídia, mas a discussão sobre a situação das mulheres vai muito além disso. Por exemplo, ainda hoje nossa sociedade reproduz a função doméstica da mulher, o que se soma à função de sustento do lar. Ou seja, muitas mulheres enfrentam a dupla jornada de trabalho; ainda é tido como dever da mulher o cuidado com os filhos; inúmeras mulheres criam seus filho e netos sem auxílio dos pais; as mulheres negras são as que ganham salários mais baixos e têm menor acesso à educação; existe um pequeno índice de creches públicas para atender a população; em inúmeras universidades federais, as estudantes que moram nos alojamentos, e engravidam, são expulsas da residência; inúmeras mulheres são demitidas após o término da licença maternidade; cresce o número de cirurgias estéticas em mulheres; dentre outras questões.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Toda solidariedade aos moradores do Pinheirinho! Abaixo a repressão de Alckmin e da PM!

Na manhã deste domingo, 22 de janeiro, o governo tucano do Estado de São Paulo desrespeitou uma decisão do judiciário federal e iniciou uma violenta invasão ao Pinheirinho, em São José dos Campos (SP). Desde 2004, 1600 famílias ocupam a área, lutando pelo direito à moradia. As mais de 9 mil pessoas que vivem e trabalham ali estão, neste momento, sendo retiradas de suas casas sob forte repressão.
A justiça e o Estado mostram, mais uma vez, de que lado estão. Contra 1600 famílias trabalhadoras, defendem os interesses da especulação imobiliária na área e de Naji Nahas, processado por diversos crimes fiscais, que disputa o terreno do Pinheirinho. A área foi abandonada por compor a massa falida de uma das empresas fraudulentas de Nahas.
A situação no Pinheirinho é gravíssima e exige uma forte resposta dos movimentos sociais. A ação ilegal da PM conta com 2 mil homens, blindados, helicópteros e soldados da tropa de choque usando gás pimenta, bombas de gás lacrimogêneo e atirando nos moradores com balas de borracha. Há denúncias de que também houve tiros com armas de fogo, muitos feridos (incluindo crianças e mulheres grávidas) e mesmo de mortos no local. Com internet, telefone e acesso restrito à região, a ação violenta da PM de Alckmin de desdobra durante todo o dia sem nenhuma atenção da grande mídia.
O Coletivo Marxista apóia integralmente a luta dos moradores do Pinheirinho por moradia e dignidade, e repudia o massacre dirigido pelo governador Alckmin, sustentado pelo prefeito Eduardo Cury (também do PSDB) e ordenado diretamente pela juíza Márcia Loureiro. É importante destacar também que a presidenta Dilma ignora a situação até este momento: nenhuma atitude para parar o massacre ou ao menos uma declaração. Desta forma, o governo do PT se torna conivente com mais essa demonstração da escalada de violência e repressão aos movimentos sociais e ao povo pobre no Brasil. Pinheirinho não é um caso isolado: faz parte de um cenário cada vez mais preocupante e que exige respostas concretas da militância de todos os movimentos sociais.
Defendemos: suspensão imediata da ação policial, punição aos responsáveis pelo massacre, moradia digna para os moradores do Pinheirinho, com expropriação da área! Manifestações já estão sendo organizadas em diversas cidades em apoio ao Pinheirinho. Hoje (22/1) em São Paulo, amanhã (23/1) no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belém e Fortaleza. Participe!
TODOS AO ATO NO RIO DE JANEIRO: 23/1, CONCENTRAÇÃO ÀS 16h NO LARGO DA CARIOCA!
sexta-feira, 10 de junho de 2011
GREVE GERAL: Pela anistia dos presos políticos e pela conquista de melhores salários! Fora Cabral!
Este governo, em aliança tão propagandeada com o governo Dilma/PT, mostra sua face mais cruel na sua sistemática política de criminalização da pobreza e dos movimentos sociais. Promove a “paz” usando a violência nas favelas e matando indiscriminadamente. Um governo que joga bombas nos profissionais da educação; que reprime estudantes mobilizados contra o aumento das passagens; que prende sumariamente manifestantes que protestavam contra a presença de Obama e contra a venda de nossas riquezas naturais. Violência é o nome do Rio de Cabral, que só tem araras azuis nos filmes e festas à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas. O triste episódio da covarde invasão do quartel central do Corpo de Bombeiros com a prisão de 439 trabalhadores mostra outra vez o autoritarismo, o desrespeito, a violência e a arrogância deste governo.
Servidores têm direito de lutar por melhores salários e as manifestações e as greves são suas armas legítimas. A deflagração da greve dos profissionais da educação, que assim se une à luta dos bombeiros, aponta o correto caminho para a luta por melhores salários para as demais categorias. Greve Geral, esta é a poderosa forma de luta dos trabalhadores, Luta que deve ser independente de parlamentares que só que aparecem quando os holofotes se acendem. O Coletivo Marxista defende a anistia dos presos políticos do quartel central e aponta a unidade, autonomia e independência das lutas da classe trabalhadora como o caminho correto para suas conquistas.
domingo, 20 de março de 2011
Repudiamos a prisão dos 13 manifestantes do ato contra Obama! Libertação já!
"Como é difícil
(Chico Buarque – Cálice)
O cinismo e a farsa demonstram sua face mais dura e caricata no recente episódio da prisão aleatória e sumária de 13 participantes do ato em protesto à visita de Obama ao Brasil e, especialmente, contra sua política belicista e imperialista, que pretende assinar com o governo Dilma acordos para exploração do pré-sal brasileiro. Palavras de ordem contra a venda do pré-sal, fora as tropas brasileiras e americanas no Haiti e fim ao bombardeio na Líbia foram considerados perigosas demais e, assim, suficientes para que a polícia de Sergio Cabral - que pratica diariamente atos bárbaros de violência e criminalização da pobreza e dos movimentos sociais -, referendada pelo Governo Dilma, ordenassem a prisão indiscriminada de 13 pessoas.
Entre elas, uma senhora de 69 anos! Igualmente brutal é a prisão de um jovem estudante do Pedro II, adolescente que corre risco de violência, colocado sozinho no instituto Padre Severino. Os demais militantes, já de cabeça raspada, numa clara tentativa de humilhação, estão presos em Bangu 8 e Água Santa. É fundamental uma grande campanha pela libertação imediata dos 13 presos políticos e contra a escalada de criminalização dos movimentos sociais, que se sustenta sob o governo do PT.
Atos arbitrários típicos de estado de exceção. Voltamos à ditadura militar com 3 meses do governo Dilma? A América Latina continua com suas veias abertas, agora vertendo etanol, soja e a venda antecipada de nosso pré-sal. A fúria da “democracia americana", ressurge, com toda a sua crueldade: invasão no Iraque e os recentes bombardeios na Líbia são apenas alguns exemplos. Os aliados de ontem, como o ditador líbio Muammar Kadafi, são os inimigos de hoje desde que o controle dos poços de petróleo continue nas mãos do Estados Unidos da América!
Intervenção no Haiti e acordos para venda antecipada do pré-sal são as necessárias faces políticas de governos liberais que procuram, a todo custo, prolongar um sistema econômico baseado nas guerras que alimentam a indústria bélica e da superexploração da classe trabalhadora. Assim, enquanto Obama faz arremedos de embaixadinhas na Cidade de Deus, sob os olhos embevecidos de Sergio Cabral, nossa juventude e trabalhadores são aprisionados.
Mais um ato de violência do governador. Quem não se lembra da violência contra a passeata dos professores e da repressão aos movimentos Sem Teto? É crime gravíssimo contra ordem pública protestar contra os acordos econômicos aqui firmados e corajosamente se manifestar pela necessidade de uma nova política econômica, na qual a riqueza brasileira não fique na mão de 10 grande milionários?
O Coletivo Marxista registra seu repúdio aos governos Dilma e Cabral e à política de extermínio e criminalização dos movimentos sociais, ante-sala do que se espera para os Jogos Olímpicos e para a Copa do Mundo. A tarefa de todos militantes de esquerda é, neste momento, repudiar a postura fascista dos governos Dilma/Cabral e exigir a imediata libertação dos prisioneiros políticos.
- LIBERDADE IMEDIATA AOS NOSSOS PRESOS POLÍTICOS
- Pelo cessar-fogo interno e externo na Líbia. Apoio à luta do povo árabe!
- Não à venda do pré-sal!
- Fora as tropas brasileiras do Haiti
- Pela soberania e autodeterminação dos povos
- Pela Unidade Proletária na luta contra o capitalismo
- Lista dos presos políticos:
Gilberto Silva – eletricista
Rafael Rossi - professor de estado, dirigente sindical do SEPE
Pâmela Rossi - professora do estado
Thiago Loureiro - estudante de Direito da UFRJ, funcionário do Sindjustiça
Yuri Proença da Costa - funcionário dos Correios
Gualberto Tinoco "Pitéu" - servidor do estado e dirigente sindical do SEPE
Gabriela Proença da Costa - estudante de Artes da UERJ
Gabriel de Melo Souza Paulo - estudante de Letras da UFRJ, DCE-UFRJ
José Eduardo Braunschweiger – advogado
Andriev Martins Santos - estudante da UFF
João Paulo - estudante Colégio Pedro II
Vagner Vasconcelos - Movimento MV Brasil
Maria de Lurdes Pereira da Silva - doméstica
Vera Salim, do Coletivo Marxista e do Movimento Universidade Crítica, na manifestação de 20/3: convocação para ato em repúdio às prisões na UFRJ, dia 21/3, às 11h na Faculdade de Letras
Passeata de 20/3: Libertação dos presos políticos já! Fora Obama do Brasil!

